“Desculpe-me a frieza, desculpe-me o coração de gelo e as palavras amargas. É que o coração já se cansou de ser tratado tão indiferente, como se não existisse. Como se não existisse amor que fosse suficiente de sustentar toda uma multidão. Desculpe-me a falta de doçura, e a falta de brilho no olhar. Mas, aquele olhar inocente, aquelas malicias doces já não existem mais. Eu mudei, mudei demais. Peço que me perdoe por estar tão insegura. Mas acredite, posso mudar porque, amo você.
octobre 2011
[…] e quanto tempo faz que não lhe escrevo? Uma semana, alguns dias ou até meses? Não sei. Não sei o porque, nem por onde começar a resumir todo esse amor, essa fascinação por ti. Esse sorriso que me ilumina e essa voz, que é como música para meus ouvidos. Ei… pequeno anjo. Como vai? Sorrindo? Sendo como meu arco-íris em dias de chuva? Me fazendo feliz, apenas por… estar feliz? Continua sendo tão maravilhoso como sempre foi? Eu sei que sim… na verdade, tenho certeza, você nunca deixaria de ser assim pra mim… tão especial, tão… único, tão meu.
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